Arquivo da categoria: Horario da Marcação de Palco

Horários de Marcação de Palco


Horários disponíveis somente após o término das inscrições.

Luz diferente se acende em vários pontos do Brasil essa semana


É com muita alegria e emoção que se iniciou ontem (16/10), em vários pontos do Brasil, a tão sonhada SEMANA NACIONAL DE ARTE ESPÍRITA.

Uma semana inteira dedicada a apresentações artísticas de dança, música, teatro, mostras de artes plásticas, iluminadas pelas claridades advindas de  uma arte alicerçada em nossa querida Doutrina Espírita.

Vários estados brasileiros estão envolvidos nesta empreitada.

Com muito carinho, o presidente da ABRARTE - Associação Brasileira de Artistas Espíritas, fala deste momento tão especial, que com certeza marcará história e corações deste e d’outro lado…

Estimados irmãos.
Desejamos a todos os companheiros que estarão envolvidos ao longo desta semana com apresentações, exposições, estudos e seminários, muita luz e proteção espiritual, para que todos os eventos relativos à Semana Nacional de Arte Espírita sejam coroados de êxito.
Finalmente, conseguimos concretizar esse grande ideal de Leopoldo Machado, que nos foi trazido por nosso querido Gláucio, lá em Vitória, em 2008. Ainda trazemos na memória o entusiasmo, a convicção e a alegria com que nosso mesquitense defendeu a proposta, naquele dia memorável. Que possamos resgatar aqueles momentos tão sublimes e levantar bem alto esta bandeira da Arte Espírita, uma Arte realmente Nova, que vem falar de Vida, de Espiritualidade, de valores verdadeiramente éticos e Cristãos. Que os bons Espíritos continuem nos incentivando, nos iluminando e nos auxiliando nessa empreeitada! Contamos com vocês, queridos amigos espirituais, e dedicamos esse grande evento a todos vocês, desbravadores da Arte Espírita!
Companheiros, com emoção relembramos tantos momentos extraordinários que passamos juntos. Que possamos resgatar todos os sentimentos vividos durante os vários fóruns, ao longo desse tempo.
Aos nossos irmãos mais próximos, do Paraná, que participaram do nosso singelo 1° Fórum, em Florianópolis, acreditando na proposta que acabou dando a arrancada para todo esse movimento. Posteriormente, os guerreiros de São Paulo e Minas que se juntaram a nós em Curitiba, no 2° Fórum.  Aos goianos, baianos e capixabas que se agregaram em Araras. E daí pra frente, cariocas, piauienses, tocantinenses, cearenses, potiguares, pernambucanos, sergipanos, brasilienses, amazonenses, paraibanos e matogrossenses vieram trazer suas energias. Não podemos esquecer ainda dos companheiros do Pará, Rio Grande do Sul e Roraima que, apesar de não poderem estar presencialmente nos fóruns, também são membros de nossa família através dessa lista. E irmãos de outras terras ainda não conquistadas mas que, quiçá, em breve estarão conosco.
Que aquela singela e sublime estrela cadente que sobrevoou a FEEB na noite extraordinária em que foi fundada a Abrarte, qual a estrela que guiou os magos reis à manjedoura do Nazareno, possa brilhar forte em nossas mentes e corações. Vamos iluminar o Brasil com a mensagem sublime e verdadeira do Espiritismo.
Um grande beijo a todos, com carinho e muitas saudades!
Rogério
NEA/Abrarte/Florianópolis

SEMANA NACIONAL DE ARTE ESPÍRITA


Caro amigo, muita paz!

 

De 16 a 24 de outubro, centenas de artistas espíritas se mobilizarão por todo o país em torno de shows, apresentações, exposições, seminários, festivais, encontros, debates e palestras, num esforço por sensibilizar o público para o papel da Arte na espiritualização do homem e da sociedade.

Ao todo, mais uma centena de atividades diferentes serão realizadas ao longo de nove dias em 11 estados e também no Distrito Federal.

 

O evento busca chamar a atenção da sociedade para a existência de um movimento artístico espírita de qualidade, além de promover uma grande divulgação dos trabalhos desenvolvidos sob a coordenação da Abrarte por esse movimento, que mesmo entre os espíritas ainda é pouco conhecido.

 

A programação acontece nas cidades de Americana (SP), Belo Horizonte (MG), Blumenau (SC), Brasília (DF), Campos (RJ), Caucaia (CE), Curitiba (PR), Duque de Caxias (RJ), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Franca (SP), São Mateus (ES), Mesquita (RJ), Natal (RN), Nilópolis (RJ), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP), Teresina (PI), Vila Velha (ES) e Vitória (ES).

 

A Semana Nacional de Arte Espírita, por sua vez, vai fomentar também uma Arte Nova, a Arte do Espírito, em ambientes tão diversificados quanto o centro espírita, a biblioteca pública, o clube recreativo e o palco tradicional do grande teatro. Um rompimento com as barreiras do materialismo e também do preconceito que ainda resta em torno do espiritismo no país.

Segue o link do youtube, onde estão os vídeos-convite para a Semana Nacional.

http://www.youtube.com/results?search_query=semana+nacional+de+arte+esp%C3%ADrita&aq=f

Dança Espírita: O que sabemos?


por Denize de Lucena[1]

Paulo Cézar - ex integrante do GEDE

Esperançosos de que também a dança, se faça colaboradora deste sublime momento de ascensão da arte divinizada, que como bem previu o insigne codificador (1995, p. 327)  “em breve, vereis os primeiros esboços da arte espírita, que mais tarde ocupará o lugar que lhe compete”, iniciamos nosso diálogo sobre esta linguagem que tanto nos encanta.

Antes de polir a pedra e construir abrigos, os homens já se movimentavam ritmicamente para se aquecer e comunicar.

Considerada a mais antiga das artes, a dança é também a única que dispensa materiais e ferramentas. (…) As danças coletivas também aparecem na origem da civilização e sua função associava-se à adoração das forças superiores ou dos espíritos para obter êxito em expedições guerreiras ou de caça ou ainda para solicitar bom tempo e chuva. (…) No antigo Egito, 20 séculos antes da era cristã, já se realizavam as chamadas danças astroteológicas em homenagem ao deus Osíris. O caráter religioso foi comum às danças clássicas dos povos asiáticos. (ANDRADE, 2000)

Ligada ao homem e ao sagrado, a dança não raro, está presente nas manifestações ritualísticas de quase todas as civilizações antigas e se mantém viva, em muitos agrupamentos religiosos da contemporaneidade. Desde o aparecimento do próprio homem, há registros de sua presença nas pinturas rupestres e nas primeiras grandes civilizações como Grécia, Índia e Egito. De caráter mágico, logo passou a ser conduzida por iniciados e sacerdotes, sendo geralmente circular e coletiva.

(…) na medida em que a arqueologia consegue traduzir as inscrições dos “povos pré-históricos”, ela nos indica a existência da dança como parte integrante de cerimônias religiosas, nos permitindo considerar a possibilidade de que a dança tenha nascido a partir ou de forma concomitante ao nascimento da religião. (MOURA, 2007)

Após um longo período de isolamento e proibições durante a Idade Média, a dança foi resgatada pelas cortes da Itália renascentista, dando-lhe um caráter de virtuose, passando a ser executada em pares. Sua crescente lapidação e exigência técnica deram origem ao ballet clássico e à profissionalização desta arte. Iniciado na Itália, desenvolvido em França e aprimorado na Rússia, o ballet, devolveu à mulher a possibilidade de participar da dança, dando-lhe o tom sublime, leve e puro da mulher-princesa, da mulher-divina, da mulher-amada que irá permear o ballet de repertório[2].

As mudanças ocorridas no século 20, em especial na sua segunda metade, causaram transformações em vários setores da sociedade, inclusive o da dança, fazendo nascer diversas categorias e técnicas. Nomes como Isadora Duncan, George Balanchine, Pina Bausch, Martha Graham e Rudolf Laban, dentre muitos outros, irão colaborar para o desenvolvimento e a profissionalização da arte da dança.

Para nos orientar no estudo do nosso objeto em questão – a  dança espírita – vamos começar por um conceito. Como a definição comum de adjetivo é palavra que qualifica o substantivo, podemos entender aqui, que espírita agrega qualidade à dança. Assim, vamos defini-la como a dança pensada e executada com objetivos ligados à Doutrina Espírita. Embora Kardec não tenha frisado em suas obras referência expressa à dança, podemos e iremos certamente tomar para esta tudo o que foi dito a respeito da arte e da inesgotável fonte de inspiração que lhe se tornará o mundo material e espiritual, sob a ótica Espírita.

Sem dúvida, o Espiritismo abre à arte um campo inteiramente novo, imenso e ainda inexplorado. Quando o artista houver de reproduzir com convicção o mundo espírita, haurirá nessa fonte as mais sublimes inspirações e seu nome viverá nos séculos vindouros (…) (KARDEC, 1995, p.159)

As páginas na literatura espírita referentes à dança são esparsas mas valorosas, como os bailados graciosos que espargiam feixes de luzes multicores, descritos por Camilo Castelo Branco no conhecidíssimo “Memórias de um suicida” de Yvonne do Amaral Pereira ( pp. 552 – 554 ) e a dança emocionante de Isadora Duncan (espírito), relatada de maneira empolgante pelo jornalista e dramaturgo Silveira Sampaio, em Pare de Sofrer ( pp. 94 – 97 ). [3] Pinceladas de atuações da dança no plano espiritual, que nos revelam a utilização desta linguagem como instrumento para manipulação de energias e seu emprego com finalidade terapêutica.

A sala escureceu e o silêncio se fez. A pesada cortina desapareceu e em meio à escuridão do palco surgiu uma névoa prateada que foi crescendo e aos poucos tomando uma forma de mulher. (…) Formas coloridas de pessoas com seus instrumentos dançavam no ar (…)

(…) Ela começou a dançar e dela emanavam luzes coloridas (…), expressando sentimentos de luz e beleza tão elevados que energias coloridas e luminosas nos atingiam e emocionavam sensibilizando-nos a alma.

(…) Quando terminou e ela curvando-se acenou adeus, da platéia silenciosa e extasiada saiu uma energia de um rosa brilhante misturada ao lilás suave, que a abraçou com carinho. (…) pude ver que nos olhos dela, brilhantes de emoção, duas lágrimas rolaram qual pérolas de gratidão e de amor. (SAMPAIO, 2002, pp. 96 – 97)

Quem já passou pela experiência da dança, sabe o quanto de energia se consegue perceber e emanar daquele que dança. Distante da razão da arte dramática e mais próxima da subjetividade da música, a dança materializa as energias e as faz movimentar, potencializando-as com as energias provenientes do próprio ser e dialogadas com as daqueles que o observam.

Ele (o perispírito) vibra aos menores impulsos do espírito e transmite ao corpo físico as vibrações forçosamente reduzidas. (…) A correlação entre os dois envoltórios: físico e perispiritual, diz respeito a uma lei única, a das vibrações. (DENIS, 1994, pp. 96 – 97)

O dançarino espírita, consciente desta lei, desenvolve seus movimentos como um maestro que rege a orquestra da natureza. Não são apenas sinestésicos, mas energéticos. Iniciam-se nos seus próprios centros de força, irradiam-se entre si, potencializando-se e ampliam-se, ocupando os espaços da apresentação em um diálogo vibracional entre palco e platéia. Ao dançar, o dançarino espírita pinta no ar com tintas de luzes coloridas e fluidos que mobilizam os sentimentos que escolheu e lapidou durante os ensaios. A música o auxilia na materialização destas forças que envolvem a si e à platéia. Daí o cuidado que se deve ter na escolha do repertório musical.

A música espírita não é, sem dúvida, a única opção mas certamente facilita a criação do coreógrafo e a execução dos dançarinos espíritas pois que, de igual objetivo,  já traz em si a temática e a vibração adequadas à visão espírita. Outra razão para a preferência pela música espírita é a sua quantidade e qualidade cada vez maior, além de estarmos também colaborando para a sua divulgação.  Como nos diz  a equipe de dança do site Evangelizar “Se nós que somos artistas espíritas, se nós que somos bailarinos e coreógrafos espíritas, não falarmos de temas espíritas em nossas coreografias, quem falará por nós?“[4]

Multiplicam-se músicos, intérpretes e grupos[5] com CDs lançados ou não, com músicas mediúnicas ou não, que podem e devem ser utilizadas pelos grupos e solistas da dança espírita, somando assim para um verdadeiro trabalho de socialização da arte espírita, ainda tão pouco conhecida do nosso público. Outro aspecto que gostaríamos de abordar sobre a dança (também presente nas demais linguagens da arte espírita) é o trabalho atuante da espiritualidade, com os encarnados e desencarnados durante as apresentações.

Espetáculos, sinfonias, apresentações são utilizados assim como instrumentos cirúrgicos a repararem simultaneamente os corpos etéreos daqueles que ali se encontram, arrebatando do fundo de suas almas, o reconhecimento da filiação divina a que têm vínculo e herança.                                                                  (BENTO, 2002)

Ao dançar[6], fazemos do nosso corpo o instrumento para as notas da espiritualidade. E porque não há espaço para racionalizar, nos fazemos instrumentos quase perfeitos, espécies de refletores de energias que nos envolvem e envolvem a todos no ambiente. Todas as atividades desenvolvidas pelos agrupamentos espíritas são utilizadas pela espiritualidade para desenvolver ações educativas, reconfortadoras e/ou terapêuticas. A música, já utilizada em algumas de nossas casas para ambientação nos momentos de prece, meditação, de preparação para o passe ou para os trabalhos mediúnicos é um dos muitos exemplos que podemos citar da utilização das energias potencializadas pela atividade artística, empregadas pelos benfeitores espirituais. Algumas casas já utilizam oficinas de artes simultaneamente às atividades mediúnicas, por orientação da própria espiritualidade, como forma de terapêutica espiritual. Além da utilização da arte junto às atividades da infância e juventude, pela maioria de nossas instituições.

Quando o homem houver desligado-se das imagens e sensações terrenas, através do intercâmbio e das visões do mundo espiritual, das esferas onde a alegria, a harmonia e a paz reinam, refletirá em seu corpo espiritual e este imprimirá no soma as energias divinas e harmônicas do Universo. A dança será então, como já o é em esferas sutilizadas, um cântico de louvação fisicalizado em luzes e formas, emitindo irradiações salutares e terapêuticas, unindo almas em sintonia com os benfeitores e elevando o ser ainda mais, a planos de sutilíssimas harmonias.  (ARIEL, 2003)

A dança espírita, como qualquer outra atividade em nossas instituições, exige comprometimento e dedicação, companheirismo e estudo, harmonia e auto-educação. Não está limitada àqueles que possuem conhecimentos técnicos e corpos amadurecidos pela técnica, mas sem dúvida, é de grande importância ter pelo menos a orientação de alguém que conheça alguma das técnicas de dança, os elementos básicos desta linguagem e noções de composição coreográfica para que se dê a qualidade mínima para um trabalho que se pretende, seja respeitado e apoiado pelos companheiros espíritas.

A continuidade, já nos dizia Kardec (2007, p. 25), é característica de um estudo sério. Assim também deve ser com o trabalho da arte dentro das lides espíritas. Deve se ter claros os objetivos, ter um programa de pelo menos médio prazo, com regularidade de encontros, exercícios de preparação corporal que possam dar sintonia e sincronismo entre os elementos do grupo, proporcionar instantes de estudo da linguagem sempre buscando as conexões com as bases doutrinárias, avaliações freqüentes do trabalho do grupo mas também do crescimento e amadurecimento dos seus componentes na linguagem e na Doutrina.

Dançar, se dança em qualquer lugar, para fazer aulas de dança e se apresentar, há uma centena de academias e escolas em qualquer cidade deste país, não é necessário estar em um centro espírita. Mas se a minha escolha consciente é reunir o prazer de dançar com o conhecimento que a Doutrina Espírita despertou em mim, e fazer desta união a minha atividade na seara do Cristo, aí sim, eu vou participar de um grupo de dança espírita.

Ah… minha bailarina

Seu desafio é crescer

Antes do que você pensa

A luz mais intensa virá de você[7]    (César Tucci)

Deixamos aqui o convite para que possamos estimular o fazer e o pensar a dança espírita em nossas instituições, eventos e atividades, no intuito de incentivar grupos e companheiros no envolvimento com a dança, revestida das sutilezas da nossa Doutrina, aproveitando toda a sua potencialidade no desenvolvimento do homem novo que tanto aguardamos. É necessário que aqueles que ainda timidamente atuam nesta área possam trocar experiências, somando e multiplicando para que possamos ver com maior freqüência a dança espírita no nosso meio e além. E se perguntarem por onde começar, a resposta será simples: pelo começo. Reunir aqueles cujo interesse pela dança espírita seja ponto em comum, é um excelente iniciar.

O que dançar, como dançar, quando dançar, onde dançar, com quem dançar e todas as demais questões que por ventura possam estar acolhidas nos corações espalhados pelo Brasil, são questões que se auto-responderão quando a ação do QUERER DANÇAR for o móvel dos nossos encontros. Abrir espaços dentro e fora de nós, é de hora, o mais que suficiente. Utilizar todos os veículos, a internet, as listas, grupos, orkut, msn, produzir e divulgar vídeos, artigos, diários com as experiências já realizadas e as inquietações presentes, promover e estimular a promoção de mostras, encontros e festivais que possibilitem a troca e a qualificação dos que fazem ou querem fazer dança espírita, são caminhos que necessitam ser multiplicados em nossas cidades, estados e em todo o país. Precisamos buscar palcos que abriguem nossos ideais e fazer da dança espírita mais uma bandeira para a construção da nova era.

Quem me dá a honra desta contra-dança?!

Denize de Lucena

(Salvador, Ba)

denizedelucena@terra.com.br

Bibliografia:

§          Andrade, Dyone. Quem dança é mais feliz. – A História da Dança. Disponível em: http://br.geocities.com/quemdancaemaisfeliz/interna1.html Acesso: 16/06/2008

§          ARIEL. (espírito) Dança, vibração da alma. Mensagem psicografada. Arquivo da Comunidade Arte e Paz. Salvador, 2003.

§          BENTO. (espírito) Caridade, Arte e Beleza. Mensagem psicografada. Arquivo da Comunidade Arte e Paz. Salvador, 2002.

§          DENIS, Leon. O espiritismo na arte. 2a. ed.Niterói, RJ: Lachâtre, 1994.

§          KARDEC, Allan – tradução Guillon Ribeiro. Obras Póstumas. 27a. ed. Brasília:  Editora FEB, 1995.

§          KARDEC, Allan – tradução Salvador Gentile. O Livro dos Espíritos. 169a. ed. Araras, SP:  IDE, 2007.

§          Moura, Prof. Dr. Manoel Oriosvaldo de (Org.) – Faculdade de Educação – USP. Metodologia do Ensino de Matemática – História da Dança. Disponível em:

http://www.passosecompassos.com.br/matedanca/historiadanca.htm

Acesso: 16/06/2008

§          SAMPAIO, Silveira (espírito).GASPARETTO, Zibia (médium). Pare de sofrer. 12a. ed. São Paulo: Vida e Consciência, 2002.


[1] Licenciada em Artes Cênicas pela UFBa – BA, Pós-Graduada em Supervisão Escolar pela Cândido Mendes –RJ, espírita desde 1995, integrante da Comunidade Arte e Paz – Ba.

[2] Histórias compostas para ballet. Ex.: O quebra-nozes, A bela adormecida e O lago dos cisnes, de Tchaikovsky;  Coppélia, de Léo Delibes; Gisele, de Adolphe Adam; Romeu e Julieta, de Prokofiev; dentre outros.

[3] Ver bibliografia.

[4] http://www.evangelizar.org.br

[5] podemos sugerir ainda o site  http://www.musicexpress.com.br/Genero.asp?genero=33http://www.cvdee.org.br/ev_musica.asp onde podem ser encontradas várias músicas espíritas.

[6] É claro que me refiro aqui a uma dança específica, a uma dança que busca a beleza e a elevação.

[7] Trecho da música “bailarina” de César Tucci.  ( tucci@francanet.com.br )

http://dancaespirita.wordpress.com/ (Blog sobre Dança Espírita – oferece textos sobre Arte Espírita e dança espírita de diversos autores)

Faltam 5 dias para o término das inscrições da Mostra


Atenção pessoal,

Faltam 5 dias para o término das inscrições da IX MOSTRA ESPÍRITA DE DANÇA.

Dia 30 de Agosto é o ÚLTIMO DIA!!!!

A IX Mostra Espírita de Dança acontecerá nos dias

13, 14 e 15 de Novembro de 2010

no INSTITUTO DE DIFUSÃO ESPÍRITA em Araras/SP.

As inscrições são de R$ 45,00 para alimentação, o alojamento é realizado no local, bastando levar travesseiro e colchonete.

Lá você terá a oportunidade de ver o maior número de bailarinos espíritas reunidos num único evento!!!!!

Apresentações artísticas de grupos de todo o Brasil, estudos sobre arte e dança sob a ótica espírita, além de oficinas práticas.

Não perca esta oportunidade! Corra, ainda dá tempo.

Esperamos você lá!!!!

Comissão da IX Mostra Espírita de Dança

 

Hotéis em Araras


Prezados companheiros,

Durante a IX Mostra Espírita de Dança, bem como II Curso de Coreógrafos Espíritas, o alojamento é realizado no local do evento – IDE – Instituto de Difusão Espírita.

Como prevê o regulamento do encontro os participantes deverão trazer colchonetes, travesseiros e cobertores.

O ambiente é simples, mas acolhedor. Haverá sorrisos amigos e gente que também partilha do mesmo ideal divindo dormitórios e dependências. No entanto, aqueles que preferirem se alojarem em hotéis por conta própria, disponibilizados uma lista com hotéis da cidade e a distância do local do evento.

  • Araras Palace Hotel
    Rua Silva Jardim, 619 – Centro
    3542-8439
    Distância: 1,4km
    Tempo: 5 minutos

 

  • Hotel Marques
    Rua Nunes Machado, 802 – Centro
    3541-6033
    Distância: 1,5km

Tempo: 5 minutos

  • Hotel Trade Garden
    Rua Júlio Mesquita, 1350 – Centro
    3542-1383

Distância: 2km

Tempo: 7 minutos

  • Lagoa Serena Flat Hotel

Rua Bolívia, 76 – Centro

3543-3800
Fax: 3543-3802

www.lagoaserena.com.br

Distância: 1,6km
Tempo: 6 minutos

  • Hotel O Casarão

Av. José Ometto, 137 – Jardim Ns. De Fátima
3543-2800

Distância: 1,7km
Tempo: 6 minutos

Hotel Presidente

Av. Senador César Lacerda de Vergueiro, 27 – Centro
3541-2581

Distância: 2,1km
Tempo: 6 minutos

Todas as informações de distância e tempo são calculadas do IDE (Instituto de Difusão Espírita), situado na Rua Emílio Ferreira, nº 177, até o hotel. Poderá ocorrer mudança por motivos de clima, obras de trânsito ou outros factores.

Observação importante - O Instituto de Difusão Espírita, bem como o Grupo Espírita de Dança Evolução, não está ganhando nenhum benefício na divulgação destes hotéis, apenas divulgando e poupando trabalho maior aos interessados.

COMUNICADO IMPORTANTE


Prezados companheiros de Arte Espírita,

 

 

Vimos comunicar, que por motivos de força maior, as inscrições para o II Curso de Coreógrafos irão até o dia 03 de agosto de 2010, não mais até o dia 30 de agosto. Sendo comunicado os selecionados no dia 10 de Agoto de 2010. Os interessados, deverão apressar as inscrições.

 

Por favor, ajude-nos a divulgar.

 

Comissão de Organização do II Curso de Coreógrafos Espíritas

Fala ao Artista Espírita


 Para ser um artista espírita não basta só trabalhar com o conteúdo espírita cristão, mas implica sobretudo aplicar esse conteúdo em si mesmo.

O Evangelho diz que a boca fala do que está cheio o coração. No coração do artista espírita deve estar o evangelho.

Quão belas não serão as obras artísticas de um coração repleto de disciplina e de caridade. E como nos disse São Paulo: “A caridade é paciente, é benigna; a caridade não é invejosa, não se ensoberbece, não é ambiciosa, não busca os seus próprios interesses… tudo tolera, tudo crê, tudo espera, tudo sofre.”

Irmão, tua responsabilidade é tua postura. Tua sintonia, é tua missão. Renove os quadros mentais de tua alma para neles esculpir tua obra de arte. Renova a qualidade de teus sentimentos para neles colher as novas sinfonias de Amor.

Leonardo Da Vinci não tirou as suas obras do nada, ele as colheu das infinitas criações mentais que emitia em profusão ao seu redor. Ludwig Van Beethoven produziu suas obras da jardinagem dos séculos, e gerou sinfonias a partir das infinitas harmonias produzidas por seus sentimentos.

O artista espírita tem como compromisso e responsabilidade tornar-se antes de tudo artífice de seus pensamentos e sentimentos.

Pintai obras de arte em vossos quadros mentais. Produzi com vossos sentimentos sinfonias de amor, harmonia e bondade. Elevemos nossa sintonia a altura de quem buscamos. Busquemos ser artistas do Cristo, Artistas do Pai, Médiuns do palco.

Esqueçamos nossas tolas vaidades, e despojados de nosso amor próprio subamos em direção ao Pai. Ampliemos nossa vibração, e como médiuns do amor possamos brilhar a nossa luz, somada a de muitos da espiritualidade maior. Luz essa a ser refletida em toda platéia.

A obrigação primeira de um artista espírita é fazer de sua vida uma obra de harmonia e beleza. “Buscai primeiro o reino de Deus e tudo o mais vos será dado em acréscimo.”

Mas aquele que percorrer esse caminho encontrará flores sem conta, não as palmas da humanidade, mas o apoio e sustentação dos amigos espirituais que distribuem a mancheia sua luz.

Temos que nos tornar campos fecundos a profusão das sementes daqueles que nos inspiram. Este campo tem que estar pronto para a árvore crescer.

O Artista Espírita tem como código de conduta o Evangelho de Jesus.

Como já vos foi dito, a mostra é pura luz. É um fluxo energético de luz pulsante que é emanada por todo aquele que tem como propósito máter divulgar os postulados de Jesus, fundamentado na codificação de Kardec.

As vibrações que emanam dos irmãos que se propõem a realizar de fato um ato de criação dentro da arte, já os envolvem imediatamente neste dínamo gerador de energias.

A beleza da arte está na simplicidade e na pureza de quem trabalha com ela. O traço tremulo de um pincel, o passo incerto das sapatilhas, a pena afoita do poeta, o acorde frágil do músico e a inexperiência do ator, são infinitamente brindados e amparados por todo o plano superior que na grande maioria das vezes nos é invisível mas está sempre ativo.

Amigos, estes são os nossos artistas, é essa a energia que buscamos. A conquista estética das grandes produções deve antes ser burilada, e vem depois da conquista da pureza e da simplicidade de cada um.

Nossas portas se destrancam, nossas cortinas se abrem e nossos corações pulsam de alegria. Queremos ver nossos amigos juntos, criando, gerando. É a arte espírita cuja responsabilidade pousa nos ombros de cada um de nós.

Adentrai o palco, trazei vossa luz, trazei vossa arte, vossos temas espíritas. A codificação é eloquente e rica, não precisamos de inspiração fora dela, nossos trabalhadores são os artistas de Jesus, não precisamos de mãos externas, essas mãos irão se juntar às nossas, porém no momento oportuno.

Vamos vibrar para que nossa pequenina luz ainda que fosca, possa se unir à do irmão da outra casa espírita. Surgirá daí o verdadeiro contexto da união, alicerçado primeiro no trabalho lado a lado nos “palcos” da vida.

Vamos arejar nossas casas mentais e manter nossos canais limpos, para que através dos atributos básicos que nós espíritos temos e que são o Pensamento e a Vontade, possamos conduzir esta “grande família unida” A CAMINHO DA LUZ.

Evangelização de Espíritos- Núcleo Santos

A inspiração


            A arte, sob suas diversas formas, é a expressão da beleza eterna, uma manifestação da poderosa harmonia que rege o universo; é a irradiação do Alto que dissipa as brumas, as obscuridades da matéria, e faz-nos entrever os planos da vida superior. Ela é, por si mesma, rica em ensinamentos, em revelações, em luz.  Ela encaminha a alma para as regiões da vida espiritual, que é sua verdadeira vida, e a que ela aspira reencontrar um dia.

            A arte bem compreendida é poderoso meio de elevação e renovação. É a fonte das mais puras alegrias; ela embeleza a vida, sustenta e consola nas provas e traça com antecedência para o espírito os caminhos do céu. Quando ela é sustentada, inspirada por uma fé sincera, por um nobre ideal, a arte é sempre uma fonte fecunda de instrução, um meio incomparável de civilização e aperfeiçoamento.

            Porém, com bastante freqüência nos dias atuais, ela é aviltada, desviada de seu objetivo, subjugada a mesquinhas teorias de escola e é sobretudo considerada um meio de se chegar à fortuna, às honras terrestres. É empregada para lisonjear às más paixões, para superexcitar os sentidos e assim faz-se dela um meio de rebaixamento.

            Quase todos aqueles que receberam a sagrada missão de encaminhar as almas para a perfeição esquivaram-se dessa tarefa. Tornaram-se culpados de um crime ao se recusarem a instruir e a iluminar as sociedades e ao perpetuarem a desordem moral e todos os males que recaem sobre a humanidade. Assim explicam-se a decadência da arte em nossa época e a ausência de obras fortes.

            O pensamento de Deus é a fonte das altas e sãs inspirações. Se nossos artistas soubessem daí extrair algo, encontrariam o segredo das obras imperecíveis e as maiores felicidades. O espiritismo vem oferecer-lhes os recursos espirituais dos quais nossa época necessita para regenerar-se.  Ele nos faz compreender que a vida, em sua plenitude, não é outra coisa senão a concepção e a realização da beleza eterna.

            Viver, é sempre subir, sempre crescer, sempre desenvolver em si o sentimento e a noção da beleza eterna.

            As grandes obras não são elaboradas senão no recolhimento e no silêncio, ao preço de longas meditações e de uma comunhão mais ou menos consciente com o mundo superior.  A algazarra das cidades pouco convém à elevação do pensamento; ao contrário, a calma da natureza, a profunda paz das montanhas, facilitam a inspiração e favorecem a eclosão do gênio.  Assim verifica-se uma vez mais o provérbio árabe: o ruído pertence aos homens, o silêncio pertence a Deus!

            O espírita sabe que imenso auxílio à comunhão com o Além, com os espíritos celestes, oferece ao artista, ao escritor, ao poeta. Quase todas as grandes obras tiveram colaboradores invisíveis.  Essa associação fortifica-se e acentua-se através da fé e da prece. Estas permitem que as forças do Alto penetrem mais profundamente em nós e impregnem todo o nosso ser.  Mais do que qualquer outro, o espírita sente as poderosas correntes que passam nas frontes pensativas e inspiram idéias, formas, harmonias, que são côo o material do qual o gênio se servirá para edificar sua soberba obra.

            A consciência dessa colaboração dá a medida de nossa fraqueza; ela nos faz compreender que parcela vem da influência de nossos irmãos mais velhos, de nossos guias espirituais, daqueles que, do espaço, debruçam-se sobre nós e nos assistem nos trabalhos. Ela nos ensina a nos maternos humildes no sucesso. É o orgulho do homem que esgotou a fonte das grandes inspirações. A vaidade, defeito de muitos artistas, torna insensível o espírito e afasta as grandes almas que consentiriam em protegê-los. O orgulho forma como que uma barreira entre nós e as forças do Além.

            O artista espírita tem consciência de sua própria indigência, porém sabe que acima de si abre-se um mundo sem limites, pleno de riquezas, de tesouros incalculáveis, perto dos quais todos os recursos da Terra são apenas pobreza e miséria. O espírita tem também o conhecimento de que esse mundo invisível, se deste ele souber tornar-se digno purificando seu pensamento e seu coração, pode tornar mais intensa a ação do Alto, fazê-lo participar de suas riquezas através da inspiração e da revelação, e dela impregnar obras que serão como que um reflexo da vida superior e da glória divina.

Fonte: O Espiritismo na Arte – Léon Denis

INSCRIÇÕES


IX MOSTRA ESPÍRITA DE DANÇA

Inscrições de 03 de Junho a 30 de Agosto de 2010

Primeiro leia atentamente o REGULAMENTO disponível em nosso site, se mesmo assim tiver dúvidas, nos envie um email, que procuraremos responder prontamente.

Informações: mostraespiritadedanca@hotmail.com

Telefone: (0XX 19) 3541-5215 (Horário:de terça-feira, das 16:00 às 19:30 hs com Lucas ou Lyvia)

 

II CURSO DE COREÓGRAFOS ESPÍRITAS – 2010

“Dançando com a Alma”

O Curso é direcionado aqueles que não fizeram o curso no ano de 2009.

Leia atentamente o regulamento disponível em nosso site, lá encontrará informações sobre  os módulos de estudo e prática oferecidos durante o Curso de Coreógrafos e caso seja de seu interesse envie um email para:   coreografoespirita@terra.com.br ( A/C de Denize de Lucena)